África Aviação: Atrasos no céu aberto pesam sobre o custo do comércio continental
Contexto: Lançado pela União Africana em janeiro de 2018, o Mercado Único de Transportes Aéreos Africanos (SAATM) pretendia liberalizar os céus do continente. Quase oito anos depois, a sua implementação parcial vem novamente à tona, enquanto a Zona de Comércio Livre Continental Africana (ZLECAf) esbarra nos elevados custos do transporte aéreo de mercadorias e de passageiros. Factos e citações: Segundo a Capital FM (Nairobi), governos africanos e responsáveis do setor da aviação apelam a uma aceleração das políticas de céu aberto, denunciando a fragmentação dos mercados, que encarece os custos para as empresas e limita os benefícios esperados da ZLECAf. O despacho não fornece números precisos, prazos ou nomes de intervenientes. Porquê: mercados compartimentados, voos escassos, tarifas elevadas, ligações via Europa ou Golfo: o comércio intra-africano paga o preço, contradizendo o próprio objetivo da ZLECAf. Análise: esta desfasamento entre ambições continentais e reformas nacionais revela um problema estrutural: cada Estado protege os seus interesses (companhias aéreas nacionais, taxas, direitos de tráfego bilaterais). O sucesso da ZLECAf dependerá da remoção destas barreiras não tarifárias. Questão em aberto, não respondida pela fonte: quais os atores específicos que lideram esta retoma e de acordo com que calendário?
Dineda Nyepan
📖 Artigo completo disponível em francês → [Afrique Aviation : Les retards du ciel ouvert plombent le coût du commerce continental](/article/f2de9f44-00d1-48af-8174-dcfc1b3c7e89)
Source : AllAfrica (Capital FM)
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